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|| DreamAchieve || Sports & Performance

Psicologia do Desporto e Performance || Coaching Desportivo e Empresarial || Formação

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Psicologia do Desporto e Performance || Coaching Desportivo e Empresarial || Formação

  Não, motivação não é tudo. O trabalho de um psicólogo ou coach no que diz respeito a performance, não é só incentivar e fazer acreditar, bem como o que se quer do cliente (seja empresário, atleta, treinador...) não é apenas que ande motivado para cima e para baixo.    A motivação oscila e não há problema nenhum. O problema é que, quando há um dia com menos motivação, parece que esse é o maior problema do mundo. A maioria dos pedidos e perguntas que recebo são do (...)
  É uma questão bastante debatida: O que é que fazem ou têm de diferente as pessoas bem sucedidas?    Pensamos nos grandes empreendedores, naqueles que arriscaram tudo e criaram algo único para o mercado, por vezes nem estudaram, como é o caso do Simon Cowell, que detestava a escola e com uma ideia para o mundo do entertenimento, hoje é das pessoas mais ricas no planeta. Por vezes são pessoas que sairam do nada e pouco a pouco começaram a contruir um império, como é o caso (...)
Estava a falar com um empresário há umas semanas atrás e ele disse-me a meio da conversa: "Eu gosto do que faço, mas também preciso de resultados. Fico ansioso quando não consigo e até parece que nesses momentos, esqueço-me que gosto do que faço. Já pensei em fazer outra coisa qualquer, mas não seria tão feliz." Respondi com uma experiência minha, de um momento em que parecia que estava a treinar em vão. Sozinha, ia mais cedo, dava tudo de mim, ainda assim não conseguia ter (...)
  Esta semana a DreamAchieve conversou com Pedro Borges, atual atelta de CrossFit e ex-atleta internacional de Kickboxing.    DA - Pedro, conta-nos como foi o teu percurso desportivo até hoje? PB - O meu percurso desportivo começou bem cedo, logo aos 6 anos comecei nos trampolins onde fiquei durante 1 ano, depois até aos 16 anos joguei futebol federado no Portimonense, entre os 16 e os 25 anos fui (...)
15 Ago, 2018

BE MORE OF YOU

Fazia este gesto muitas vezes quando era mais nova, principalmente quando comecei a jogar basquete. Para mim fazer isto  representava o “V” de vitória, conquista e sucesso. Quando fazia este gesto  passava a mensagem de que estava tudo bem, de que as lutas existiam para que houvesse momentos de glória, e por isso, sorria enquanto o fazia!   Com o tempo alguém, vários “alguéns” me disseram que fazer este tipo de gestos não era adequado, não era adulto, não era feminino,  (...)
08 Ago, 2018

O QUE POSSO FAZER?

O que posso fazer?  As pessoas mais fortes mentalmente fazem muito esta pergunta. Esta ou outra parecida.  Que soluções existem? Que hipóteses tenho?  Acho que é a pergunta que mais transforma uma dificuldade em força. Tirei esta foto num dia em que não me apetecia fazer esta pergunta, porque a resposta a ela dá trabalho. Pareceu-me justo tirar. Nem tudo é perfeito, nem tudo é lindo e positivo. E é nos momentos que estamos em baixo que damos valor e importância a pequenas (...)
  Depois do Campeonato Europeu de sub-20 femininos, que aconteceu na Hungria, os olhos têm estado voltados para a Beatriz Jordão, pela sua prestação imprescindível para o desempenho tão positivo da seleção. Eu gostaria de acrescentar ao desempenho dela, o que ela ultrapassou para chegar aqui. Ao observar a evolução da Beatriz, principalmente na última época, vi uma capacidade de trabalho acima da média, uma constância requer muito foco e um crescente de confiança que, (...)
  Não gosto muito de imprevistos. Preparar-me para uma coisa e acontecer outra, é algo que me afeta, mas ao longo do tempo tenho criado estratégias para me adaptar rapidamente.    Aprendo refletindo sobre o assunto, mas principalmente quando sou posta à prova num imprevisto que surja.    A maior prova foi a minha viagem aos Estados Unidos. Não devo ter sido a primeiro pessoa a passar por algo semelhante, mas até à data não conheço ninguém que tenha passado por algo assim.    Es (...)
    Estava a dar uma formação há pouco tempo, e fiz uma pergunta aos participantes: “Quem aqui quando vai para o ginásio, vai quase a arrastar-se, mas passado uns minutos de exercício a vontade começa a crescer, e no fim até vos soube bem ir?”    Estava esperançosa com as respostas. Queria falar sobre a importância da fisiologia, e da importância de não darmos ouvidos à força de vontade, que nem sempre vem, mas sim aos nossos objetivos.    Resposta 1: “Eu não vou (...)