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|| DreamAchieve || Sports & Performance

Psicologia do Desporto e Performance || Coaching Desportivo e Empresarial || Formação

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24 Jun, 2018

DESPORTO MENTAL

É a pressão do jogo que me apaixona. Aquela sensação de que já não há mais tempo, de que só tens aquela oportunidade. É aquele momento decisivo que traz o melhor de mim. Que me faz assumir o potencial que tenho e dizer: “É agora!”    Dou o passo em frente, elevo-me, faço coisas que numa situação normal não faria.    Há quem diga que o desporto só melhora o físico, que é só para os músculos... Não é! É para a mente! É para a vida! É para que tenhamos a (...)
“Vai ter que ser internada” – Disse-me a médica depois do resultado das análises voltarem.   “Não posso, amanhã tenho uma reunião importante, e vou trabalhar.. Não posso ficar aqui.” – Disse eu…   Às vezes estamos tão envolvidos com as nossas vidas, que parece que não ouvimos bem. Parece que a correria do dia-a-dia nos cega o discernimento.   Estava com tantas dores, que não conseguia andar direita.. Então fui às urgências… Dizem-me que tenho que ser (...)
  Há uns dias atrás estive presente num evento da Prozis (Prozis Meet Up 2018) para falar sobre Motivação, um tema que a mim especialmente me dá algum receio falar... As pessoas procuram fórmulas mágicas para estarem motivadas e depois de perceberem que não é bem assim, desiludem-se um pouco com aquilo que tenho a dizer sobre Motivação.    Antes de mais estive imenso tempo para decidir o que ia dizer... Como ia inspirar pessoas em apenas 15 minutos a falar de um tema tão (...)
  Estávamos em preparação para o europeu de sub-20, já numa fase de fazer alguns jogos-treino internacionais. Os árbitros conheciam-me por reclamar e ser muito reativa às decisões deles que eu não concordava... Era a minha forma de libertar alguma tensão também. Neste jogo foi diferente. Eu era capitã de equipa, mas não foi por isso... Havia outro motivo.    Acaba o jogo, e um árbitro, bastante conhecido no basquete até hoje, aproximou-se disse: "Ouve lá!" - com um (...)
  Uma expressão muito usada por treinadores, ou por alguém que é responsável por ensinar ou educar alguém é: “Estou farto de dizer a mesma coisa.” Ou “Quantas vezes já te disse?...”   Simone Biles, ginasta americana que ganhou várias medalhas nos últimos Jogos Olímpicos, disse: “A confiança vem com o treino.” Até digo mais, e o óbvio, não só a confiança, como a habilidade automática. De se treinar, treinar e treinar, há movimentos que se tornam (...)
    No outro dia passei este vídeo numa formação, para demonstrar aos participantes, que eram todos treinadores, o que era ir até ao limite.   O que é necessário para que alguém, no seu perfeito juízo, se esforce de tal forma ao ponto de desmaiar, cair, ficar sem forças? O que é necessário para que alguém chegue ao seu limite? E o que é realmente o limite?   Aquele rapaz que desmaiou a correr na passadeira, hoje é Personal Trainer... Qual o elemento secreto que fez (...)
  Ia a caminho de um jogo onde sabia que podia mostrar o meu valor. Estava “cheia de pica”, estava a caminhar para o pavilhão aos saltinhos, a ouvir as músicas que mais me ativavam na época. Imaginei tudo na minha cabeça. Ia ser difícil parar-me hoje, ia estar mais ativa, sem paragens no ataque, atenta para antecipar todos os movimentos do adversário. Sabia o Scouting de cabeça e estava mesmo com vontade de defender a americana da equipa adversária.   Imaginei o pavilhão a (...)
    “No início do ano, quando vim para cá, sabia que tinha tomado uma boa decisão, porque estava a evoluir... Mas agora há umas semanas, talvez um mês e meio, parei, estanquei... Não sei se foi bom ter vindo para cá afinal.”   Atleta com clara desmotivação, triste e com a prestação abaixo do normal. A apatia era tal que eu já não conseguia distinguir se era o mau desempenho que gerava a tristeza, ou se era a tristeza que fazia com que treinasse e jogasse mal.    Acha (...)
Há umas semanas, à mesa, falávamos de uma final nacional. A equipa que eu representava na altura era favoritíssima... A única dúvida era quem ficava em segundo lugar, porque o campeonato era nosso.    Era, mas não foi. A conversa à mesa girava à volta do quanto tínhamos sido roubadas no jogo contra a equipa da casa, e ainda se falou que havia prémios burocráticos envolvidos, se acontecesse da equipa da casa ganhar. Enfim... Lembro-me daquela última bola, que deu os dois (...)