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|| DreamAchieve || Sports & Performance

Psicologia do Desporto e Performance || Coaching Desportivo e Empresarial || Formação

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10 Jul, 2017

NEXT STEP!

  Ao começar a época no meu primeiro ano no CAB, estava ainda sem perceber o que me estava a acontecer. Estava a ter uma oportunidade espetacular. A jogar com grandes jogadoras a nível nacional, num grande clube, com um grande treinador.   O primeiro jogo do campeonato estava a chegar, e mesmo sem perder o sono (era impossível com a quantidade de treinos não ter vontade de dormir à noite), pensava como iria ser a minha prestação.   Já tínhamos tido a Super Taça (e vencemos), (...)
  Eu era uma atleta que estava habituada a jogar muitos minutos, mas nas duas épocas em que isso não era tal linear, tive muitas dificuldades em lidar com o assunto.   Foi quando comecei a jogar na Liga em Portugal, e também quando fui para a Liga Espanhola. Ficava angustiada no banco, envolvida com o que me estava a acontecer a mim, estava a viver o problema de forma muito infantil.   Ficava à espera que algo acontecesse diferente, com uma postura de que estava a sofrer a maior (...)
  Existe uma tremenda dificuldade geral em lidar com os erros. Mais ainda quando alguém nos chama à atenção daquilo que fizemos, ou poderíamos fazer melhor.   Damos imensos significados às correções que nos são feitas, e pior, deixamos esses significados definirem quem somos. Nós somos muito mais do que os nossos erros. Somos muito além do que fazemos num determinado momento e situação.   Quando eu era iniciada, mais ou menos um mês depois de começar a treinar pela (...)
  Esta semana a DreamAchieve conta com as reflexões de Eugenio Rodrigues, selecionador nacional da equipa feminina de Sub-20, que se está a preparar para o campeonato europeu que será de 8 a 16 de Julho em Matosinhos.    DA: Eugénio, conta-nos como tem sido o teu percurso como treinador?  ER: Já vai longo este meu trajeto como treinador. Efetivamente abracei esta "vida" bem cedo, no ano de 1984, (...)
Lembro-me tão bem do momento em que o Manaia me ligou, em Dezembro de 2000, para me dizer que me ia subir de escalão. Estava no carro com os meus pais, eu ia na parte de trás, e por coincidência (ou não) estava a passar mesmo em frente ao pavilhão onde treinava... Quando o telefone (na altura tijolo com antena e tudo!) toca!    Ele perguntou-me se eu queria subir de escalão. Eu lembro-me de estar a sorrir tanto, que os cantos da minha boca pareciam que iam rasgar. Respondi "Sim, (...)
Há momentos em que parece que estamos estagnados... As coisas não estão bem nem mal, estão como estão e vão andando... Acontece com toda a gente, e são momentos necessários, mas é um perigo passar demasiado tempo neste estado, porque podes perder imensas oportunidades.   Eu estava assim num determinado momento, simplesmente a treinar, a ir com a corrente. Não fazia nada de especial, nem me sentia nada além do normal. Estava no CAR Jamor, o que era bom, mas não me sentia a dar (...)
  No primeiro Campeonato da Europa de Sub-18 que participei, ainda só tinha 15 anos. Tinha idade de Sub-16...   Eu sabia desde o início que não ia jogar muito tempo, e que só de estar ali já era um privilégio, mas no fundo tinha esperança de que contassem comigo para ajudar a equipa a ganhar.   Nesses momentos, ainda que sem esperanças, criamos expectativas até um pouco irreais na nossa mente. Fantasiamos sobre salvar um jogo, marcar 10 triplos, fazer crossovers (...)
Esta semana a DreamAchieve teve a honra de poder falar com Ricardo Vasconcelos, atual Selecionador Nacional da Equipa Sénior Feminina, e definitivamente um dos melhores e mais reconhecidos treinadores de basquetebol de Portugal.   DA: Ricardo, conta-nos porque decidiste ser treinador de basquetebol, e como tem sido o teu percurso a nível de clubes, e como selecionador nacional? RV: Eu iniciei o caminho de (...)