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|| DreamAchieve || Sports & Performance

Psicologia do Desporto e Performance || Coaching Desportivo e Empresarial || Formação

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Psicologia do Desporto e Performance || Coaching Desportivo e Empresarial || Formação

  Há uns meses uma atleta perguntou-me qual era a relação que tinha a forma como ela resolvia os problemas com as pessoas fora de campo, com a performance que ela tinha dentro de campo.   Ela alegava que dentro de campo as coisas eram diferentes, que mesmo que estivesse chateada com alguém fora de campo, que dentro conseguia separar as coisas, porque todas queriam ganhar, e acabavam por estar todas para o mesmo.   Num mundo perfeito é isso que se pretende. Até acredito que a (...)
  Tenho trabalhado com muitos atletas que me dizem o seguinte: "Acho que as coisas estão a correr bem. Não faço nada de extraordinário, mas também não faço nada de mal." Eu pergunto: "Isso é correr bem?" Eles respondem: "Secalhar não!.."   Tudo isto pelo medo de falhar. Das coisa que mais digo aos atletas é que normalmente o hábito é treinar e fazer preparação para que tudo corra bem, mas em algum momento as coisas vão correr mal. Quem souber lidar melhor com o fracasso, (...)
  Esta semana a DreamAchieve teve oportunidade de entrevistar Carolina Gonçalves, atleta internacional que, além de ter tido um papel crucial no Europeu de sub-20 feminino, foi também a segunda melhor marcadora da competição (média de 20 PTS), e a jogadora com mais roubos de bola (média de 3 RB).   DA: Carolina, por onde foi o teu percurso desportivo até hoje? CG: Iniciei o meu percurso desportivo (...)
  Esta semana a DreamAchieve esteve à conversa com Nuno Manaia, considerado o Treinador do Ano da Liga Feminina, e que esta época conquistou pelo GDESSA (Grupo Desportivo Escola Secundária de Santo André) a Taça de Portugal e o Campeonato Nacional.    DA: Nuno, conta-nos como foi o teu percurso como treinador?  NM: Dei o meu 1º treino a uma equipa de Sub14 Femininos no CIBA em 1996, por (...)
10 Jul, 2017

NEXT STEP!

  Ao começar a época no meu primeiro ano no CAB, estava ainda sem perceber o que me estava a acontecer. Estava a ter uma oportunidade espetacular. A jogar com grandes jogadoras a nível nacional, num grande clube, com um grande treinador.   O primeiro jogo do campeonato estava a chegar, e mesmo sem perder o sono (era impossível com a quantidade de treinos não ter vontade de dormir à noite), pensava como iria ser a minha prestação.   Já tínhamos tido a Super Taça (e vencemos), (...)
  Diz-se, e eu também digo muitas vezes, que não devemos olhar para trás. Em muitos contextos isso encaixa-se na perfeição, porque a maioria das vezes em que alguém está a olhar para trás, perde o foco do que está à sua frente.   Mas tudo é relativo. Tudo depende. E olhar para trás pode ser bom. Pode, dependendo da forma como percecionas toda a situação, ajudar-te a perceber para onde queres ir.   Quando tinha 21 anos torci o joelho num treino. Soube na hora que não era (...)
26 Jun, 2017

PASSA-ME A BOLA!

  Uma das coisas que nos faz amar o que fazemos, é ter uma noção de auto-competência em alta consideração. Traduzindo, gostamos de ser bons no que fazemos. Quando isso não acontece, ou por algum motivo começamos a perder talentos, começamos a ter vontade de desistir. Por outro lado, quanto melhores somos em alguma coisa, mais queremos investir nesse caminho.   Isto é ótimo, mas podemos também correr o risco de nos esquecermos dos nossos objetivos iniciais.   Já contei aqui (...)
  Existe uma tremenda dificuldade geral em lidar com os erros. Mais ainda quando alguém nos chama à atenção daquilo que fizemos, ou poderíamos fazer melhor.   Damos imensos significados às correções que nos são feitas, e pior, deixamos esses significados definirem quem somos. Nós somos muito mais do que os nossos erros. Somos muito além do que fazemos num determinado momento e situação.   Quando eu era iniciada, mais ou menos um mês depois de começar a treinar pela (...)
11 Jun, 2017

LUTA MENTAL

 Houve momentos na minha vida de atleta em que parecia que não dava mais. Viver na alta competição, e principalmente estágios da seleção nacional, é necessário realmente querermos estar lá.    Quando estagiava 6, 7 às vezes 8 dias seguidos ou mais, e ia dois dias a casa e voltava para mais uma semana de estágio, não era uma questão de se estava cansada, mas sim do quanto estava cansada. Uns dias mais outros dias menos, mas a minha entrega tinha que ser a mesma, o meu (...)