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DECISÕES MINHAS, DECISÕES FORTES

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Quantas decisões já tomaste na tua vida? Daquele tipo de decisões que se tivessem sido diferentes, nem imaginas como seria hoje a tua vida?

 

Eu penso muito nisso... No momento em que decidi começar a jogar basquete... No momento em que decidi deixar de jogar basquete. No momento em que decidi sair de casa para ir jogar fora. No momento em que escolhi o curso que ia tirar. No momento em que decidi ir viver noutro país, e no momento em que decidi voltar para Portugal.

 

Sempre tomei as decisões que achava serem o melhor para mim naquele momento. Mesmo que fosse uma decisão difícil, como decidir se ficar ou sair de um clube, sair de casa, escolher uma universidade... Eu não gostava de contar com os outros para decidir. Porque depois ficava refém daquela decisão. Decidir por mim mesma, dava-me segurança e força para não desistir quando as coisas ficavam mais difíceis.

 

Mas houve uma vez em que tomei um decisão porque era o que “ficava melhor”. Era a que todos esperavam que eu tomasse, que foi quando fui para os Estados Unidos!

 

Eu sabia que não era exatamente o que eu queria, só que já tinha sido convidada outras três vezes, e como desde pequena dizia que queria ir para lá, aceitei. Mesmo tendo mudado de opinião ao perceber que não gostava do estilo de jogo jogado nos EUA, e preferia mil vezes jogar numa Liga na Europa.

 

Não correu bem. Pode não ter sido inteiramente por causa da minha decisão mal tomada, mas fui com malas para 2 anos, e 40 dias depois estava de volta a casa...

 

Quando tomas uma decisão importante e corre mal, ficas em baixo durante um momento. Mas quando sabes que no fundo nem sequer era o que querias, ficas ainda pior. Mais vale falhar em algo que é teu!

 

Quantas vezes tomaste essas decisões porque realmente acreditavas que era o melhor para ti? Quantas vezes decidiste alguma coisa porque a maioria também tinha decidido essa coisa?

 

O facto de algo ser o melhor para a maioria, não quer dizer que seja o melhor para ti. Tal como o facto de algo ser o melhor para ti, não quer dizer que seja o melhor para a maioria.

 

Separa-te das decisões dos outros. Podes ouvir opiniões e experiências de pessoas que tenham passado por situações parecidas, mas não deixes que decidam por ti. Analisa, pesa os prós e contras, vê o que faz sentido para a pessoa que tu és, e depois avança com tudo!

 

A única forma de não haver dúvidas no caminho, a única forma de não pensares sequer em olhar para trás, é quando a decisão vem de dentro de ti! Não de fora, das pessoas, das opiniões, da maioria!

 

Se tomares decisões que não vão de acordo com a tua identidade, vais alcançar objetivos que não te vão fazer feliz.

 

Quando as decisões são tomadas por ti, o caminho pode ser difícil, o apoio pode ser menor, mas não há nada como viveres aquilo em que acreditas.

 

Neste pequeno detalhe se faz a diferença entre os perseverantes e os que desistem.

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